Uma guilda de amigos em Ravenholdt

Aniversário da guilda – A história de Briela e Homar

Dia 11 de Março nós fizemos o evento de aniversário da guilda. E como é de costume (só fizemos uma vez, mas é costume hehe) fizemos um evento RP. Marcamos as 21 horas, mas começamos mais tarde por falta de gente. Estiveram presentes no evento Traemir, Airbreath, Kopfjäger, Deathkay, Florisbela, Azeitona, Lebriziur, Thundrac e Rasalgul. Alguns sairam no início, sairam no final ou chegaram no meio do evento.

 

Bom, a história começou com os aventureiros na taverna Pig and Whistle. Enquanto o pessoal bebia e fazia bagunça na taverna, um velho chamado Barnabé estava bebendo numa mesa debaixo da escada, bem no cantinho. Barnabé era um veterano de guerra e estava na taverna bebendo o seu Jug of Bourbon. Incomodado da bagunça da festa, ele comenta “enquanto vocês estão aqui festejando e fazendo bagunça, pessoas estão morrendo” e também comenta sobre o sofrimento de uma moça chamada Briela.

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Briela estava na praça em frente a catedral de Stormwind. Chorando com o seu sofrimento, ela é interrompida pelas perguntas dos aventureiros sobre o que está acontecendo. Briela diz que o seu noivo, chamado Homar, foi para a batalha que acontece em Swamp of Sorrows entre a Aliança e a Horda. Então, todos concordaram em descobrir o paradeiro de Homar e ajudar a Briela.

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A batalha em Swamp of Sorrows fica pouco a oeste de Sunken Temple, bem as margens do lago. Lá o pessoal encontrou um bravo e destemido guerreiro chamado Daron. Sem medo da morte, Daron enfrentou a Horda com a coragem que poucas pessoas tem (ou no caso dele, loucura mesmo). Daron explica que Homar foi morto pela Horda e que o seu corpo foi levado para o norte pelos Forsaken.

O jeito “sem medo” do Daron eu improvisei na hora. Não tinha programado em fazer ele atacar a Horda, já que ele era level 2 e os soldados da Horda eram level 50 e pouco. Mas eu ri muito sozinho! Hehehe
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A turma, então, resolve procurar por pistas de Homar em Silverpine Forest e Tirisfal Glades. Os aventureiros se dividam na procura e encontraram um grande cemitério, chamado The Sepulcher. Em uma das covas, estava deitado o Homar. Mas não era o Homar que esperavam. Homar não era mais um humano… Ele virou um undead!

Homar estava deitado e foi “acordado” pelo o pessoal. O povo tentou conversar com ele, mas como ele virou undead, ele era incapaz de se comunicar usando a lingua dos humanos (common). Sem conseguir se comunicar, Homar volta a “dormir”.

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Sem saber o que fazer, o pessoal ficou perdido e discutindo qual seria o próximo passo. Mas eis que do nada aparece um gnomo mage com cabelos brancos, meio careca, vestindo roupas vermelhas, chamado Mestremagos. Ele falou para o pessoal que “na origem da Scourge estaria a ajuda que eles estavam precisando”.

Bom, aqui foi um certo furo na história. Tem gente na guilda que sabe muito mais de lore do que eu hahaha. O pessoal foi procurar em Andorhal e depois queria ir para Eastern Plaguelands. Tive que improvisar e usar o Mestre dos Magos de novo =P
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Seguindo a dica do Mestremagos, os aventureiros foram para Icecrown procurar por alguma pista. Mais uma vez o pessoal se dividiu para procurar e acabaram encontrando uma gnominha no meio da neve, sentada na frente de uma fogueira. O nome dessa gnome é Rotty e ela estava em Icecrown para estudar a Scourge.

Aqui a história deu uma travada. Ninguém conseguia encontrar a Rotty e acho que chegou a ficar cansativo. Tive que apelar para alguns whispers do Mestremagos e algumas dicas do tipo “tá quente, tá frio” para o povo encontrar. E sei lá, na minha opinião não estava tão escondida assim não.

Encontrando a Rotty, o pessoal explicou a história do Homar, como ele tinha virado undead e não eles não conseguiam entender o que ele falava. Ela resolve ajudar e disse que precisa de alguns materiais para isso. Os materiais eram um papel, uma pena, um ovo qualquer, um Frost Lotus e um Crystal Vial. O pessoal conseguiu o material muito rapidamente e logo voltaram onde estava o acampamento da Rotty.

Pensei em colocar alguns materiais mais exóticos, mas fiquei com medo de atrasar a história.

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Rotty falou que precisava fazer um ritual dentro de um templo aos pés de Icecrown Citadel, chamado Cathedral of Darkness. E como ela tinha medo de voar, ela foi caminhando até lá, escoltada pelos aventureiros. No meio do caminho, várias aberrações, esqueletos gigantes e dragões reanimados apareceram para matar a gnominha. E se não bastasse isso, vários cultistas estavam dentro da catedral e atacaram assim que o grupo apareceu. Dentro da catedral, a Rotty fez um ritual e criou um dicionário Forsaken – Common, que ajudaria o pessoal a entender o que o Homar estava falando.

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Não sei se essa parte foi legal. Não é todo mundo (ou ninguém) que gosta de quest de escolta. Essa foi pior ainda, pq como a Rotty era level 3, os mobs vinham atacar de longe. Coitada da Rotty, ela morreu trocentas vezes e ficou lá, morta, estirada no chão, mesmo depois de ter ajudado.

De volta ao The Sepulcher, o pessoal se encontra novamente com o Homar, mas desta vez de posse do dicionário que a Rotty criou. O dicionário não tinha muitas palavras, mas era o suficiente para entender o que o Homar estava falando.

Homar disse que ele era humano e que foi morto pela Horda. Ele disse também que nunca disse adeus para a sua amada Briela. E pediu para os aventureiros para entregar uma flor para ela como forma de dizer adeus e que ainda a ama.

Esse dicionário eu fiz com Thundrac do lado do Homar. Eu mandava o Homar falar no /say, via o resultado e anotava as palavras. Interessante que algumas palavras eram convertidas numa palavra só. Se vocês olharem no dicionário, vão perceber que tem duas palavras repetidas. Isso não foi erro de digitação. O WoW que convertia igual. Outro detalhe interessante também, é que essa conversão não funciona ao contrário. Alguns de vocês tentaram se comunicar com o Homar escrevendo as palavras em Forsaken, mas a conversão Common – Forsaken bagunçava ainda mais o que era dito.
O pessoal então voltou para Stormwind. Lá eles compraram flores e foram para a praça na catedral de Stormwind para falar com a Briela. Briela sente muito a perda do seu amado, mas fica de certa forma aliviada em saber que o seu amado ainda a ama e triste em saber que nunca mais poderá ve-lo novamente.

Briela se recolhe para os seus aposentos na catedral e os aventureiros finalmente podem festejar o aniversário da guilda com muitos fogos e um bolo de chocolate.

Queria ter tirado fotos, mas na hora eu esqueci e não tirei nenhuma… Essas do post eu tirei depois do evento, só pra ilustrar a história

E é isso aí! Quem foi aproveitou e quem não foi perdeu =P
Espero que tenham gostado.

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